Tecnologia Informação e Apuração
03/07/2009, 11:27Autor: Roberto Wolf
TECNOLOGIA INFORMAÇÃO E APURAÇÃO
De vez em quando é necessário recordar a recente história dos povos e a desigualdade que acompanha a democracia eternamente cultuada.
Quando destruíram as torres americanas, o mundo se indignou, mas muita gente perguntou se as bombas lançadas no Japão e as constantes guerras no mundo não financiavam o jeito americano de ser. Financiavam com certeza absoluta, de maneira brutal fazendo o ensaio da morte com milhares de vidas.
Mais recentemente todos faziam negócios globais enquanto a África continua agonizando esquecida por todos, de todo lado.
Coisas consideradas normais! Não eram e não são normais. São simplesmente atrocidades praticadas com aval de muita gente boa.
Lula apesar de momentos de indecisão pensa em criar um bloco como está acontecendo, que seja pelo menos criticado. Muito bom Chavez e outros companheiros serão incorporados queiram ou não, fazendo um desafio aos mandatários do mundo.
Brasileiros, bolivianos, paraguaios e outros, apesar dos pesares conseguem ser parceiros entre si e perturbam alguns governos e países que sempre mamaram nas tetas do subdesenvolvimento.
Ainda não aprendemos a fazer farra com garotas seminuas como na Itália, nem matar moscas como o líder americano, que até agora também não fez nada de interessante a não ser nomear a ex primeira dama para uma vaguinha no governo do poder.
Aqui teremos Dilma presidenta, com aval de Lula, o fenômeno brasileiro de todos os tempos.
O fenômeno político americano que impressionou, vai à televisão dizer que a falta de controle ou, se quiserem, a liberalidade excessiva nos Estados Unidos, foi o que levou a tal situação.
Em alguns momentos Lula é mais prático. Não sabe, não diz ou joga as palavras ao vento da maneira que seja mais adequada.
Confusões a parte Cuba que nunca soube o que é liberdade de expressão nos últimos anos acaba de se enquadrar novamente no sistema do continente americano. Que maravilha a esquerda morta deve começar a comemorar nas tumbas.
Voltando ao fenômeno, podemos dizer que o amamos mais que os outros por não observar o mundo e agir. Obama é fruto da informação ,da tecnologia que poucos conheciam; da redescoberta da internet e outras coisas.
Como diz o Maurício Vargas, as coisas estão mudando e muito. Esta semana a Globo deu destaque a um professor que desenvolve trabalhos num Centro de excelência em informática trabalhando com pobres periféricos em Recife, preferencialmente.
Há muitos anos tem inteligência no ar reconhecida por vários países “top” em tecnologia, onde o próprio professor afirma que a internet é 3 a 4 vezes mais rápida e custam em torno de 60% menos que os italianos, portugueses e outros nos cobram no Brasil, coisas de políticas de desenvolvimento.
Saibam que o projeto de Pernambuco, conta com a participação efetiva da iniciativa privada. Por la , já sacaram como vai ser o negócio.
Para não prolongar muito a conversa, os americanos pegaram Osamas de todo mundo e nunca deixaram ninguém chegar perto da prisão sede pra saber se o camarada era culpado, inocente ou bode expiatório.
As eleições americanas são sempre suspeitas e ninguém abre o bico. No Irã os resultados foram manipulados e a população perseguida, segundo a mídia internacional.
Não é diferente em nenhum lugar. Foram na África do Sul, na Rússia, no Paraguai vezes seus amigos latinos americanos.
Fazer do Irã o erro irreparável da apuração é meio complicado. O Irã exagera em relação a Israel, lógico que exagera, mas hoje em dia até o um representante do Vaticano se pronunciou, colocando em dúvida a veracidade de Israel e seu povo, o que já foi praticamente esquecido. Uma pena.
Absurdos devem ser lembrados sempre e não substituídos por outros.
Tecnologia é tudo. A bomba atômica e a vacina contra a gripe suina são provas disso: uma destrói,a outra salva vidas.
No caso da bomba há vinte anos o coordenador do programa nuclear do Paquistão, afirmou o seguinte: “quem não tiver a bomba jamais será respeitado os E.U.A. só dão importância para quem tiver o mínimo de força”. Se for verdade ou não nunca saberemos, mas todos pensam duas vezes antes de ameaçar países com tecnologia nuclear.
O que vemos e não conseguimos entender, podemos chamar de ansiedade ou ignorância acumulada desde os tempos da repressão do conhecimento, da destruição de Alexandria e do período negro da idade média.
Das camadas ignorantes e insatisfeitas surgiram a destruição de vários impérios que dominaram o mundo.
É termos cuidado quando achamos que estamos construindo.
Roberto Wolf
Economista-Consultor Político
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